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terça-feira, 24 de maio de 2011

Sentindo-se sobrecarregado?

Não se sinta só! A grande maioria das pessoas atualmente gostaria de ter mais de 24 horas em seus dias. É realmente fascinante perceber que temos muito a realizar, várias ideias e projetos pessoais e profissionais para executar, sonhos a alcançar! Entretanto, se esta sobrecarga de tarefas e atividades tem lhe trazido mais frustração e cansaço do que sentimento de realização e produtividade, é sinal de que chegou a hora de analisar alguns fatores:

1.       Cuide do que lhe causa distração. Pode ser aquele email ou tweet que ficam trazendo novidades a cada minuto, ou aquela interrupção constante de outras pessoas ou telefonemas. Concentre-se e seja mais produtivo!

2.       Planeje com antecedência. Uma agenda bem organizada é essencial se você tem várias atividades e tarefas ao longo do dia e da semana. Seja no papel ou nas versões eletrônicas, assuma o controle de sua agenda e prepare-se com antecedência para eventos e compromissos – reservando tempo na agenda inclusive para esta preparação!

3.       Tenha em mente o que é prioridade. Em 99% dos casos, é impossível fazer tudo o que você quer e ainda tudo o que os outros (sua esposa, seu marido, sua família, chefe, parceiros de trabalho, cliente, etc) querem que você faça. Então, defina o que é prioritário para o dia, para a semana, para o mês. Você não é o Superhomem, capaz de se mover a velocidades absurdamente incríveis e fora da realidade de qualquer ser humano. Ao invés de pensar “Eu tenho que fazer tal e tal coisa”, quando tiver seus valores e missão bem definidos, você conseguirá pensar “Eu posso fazer tal e tal coisa”.
Reconheça onde você está e que você é o responsável por ter aí chegado, e também o responsável de onde você chegará a partir de agora. Se necessário, recorra a um Coach para lhe ajudar a clarear sua visão e conseguir chegar onde deseja. Sucesso!

domingo, 22 de maio de 2011

Lidando com pessoas difíceis no trabalho

Relacionar-se bem com as pessoas é uma arte; muitas vezes acontece naturalmente, mas há momentos em que isto exige um esforço a mais, não é mesmo? Quem é que não teve (ou tem) aquele companheiro de trabalho que sempre torce o nariz para o que você fala? E aquele chefe que, de tão centralizador ou rude, acaba mais atrapalhando do que motivando a turma no serviço?
Esta é a realidade enfrentada por muitas pessoas, embora esteja longe de ser a situação ideal de trabalho. E qual é a situação ideal de trabalho? A resposta para esta pergunta é o primeiro passo para conseguir lidar com estas pessoas difíceis... É preciso estar claro, seja pelos valores da empresa ou pelo acordo entre as partes envolvidas, qual é o ambiente de trabalho que a corporação e seus colaboradores devem buscar e construir.
O que é mais importante, a busca voraz e desmedida por resultados, ou um ambiente de trabalho que preza pelo respeito e trabalho em equipe? Competição e liderança agressiva ou colaboração e líderes que despertem o que há de melhor em sua equipe?
Especialistas em Coaching recomendam que VOCÊ seja a mudança que deseja ver no mundo: se o colega de trabalho lhe desagrada no trabalho em equipe, dê você mesmo seu exemplo de como colaborar e juntos serem mais; se seu chefe parece uma bomba, sempre pronto a explodir e usar de grosserias, seja você o contraponto que ele e a empresa tanto precisam. Entenda o que é esperado de você em cada situação, e faça a diferença positiva no ambiente em que você está!
Agora, se você está buscando uma nova oportunidade de trabalho, aproveite o momento da entrevista não apenas para “vender” seu potencial, mas também para decidir se você quer “comprar” a vaga que lhe é oferecida na empresa em questão. Pergunte sobre a equipe de trabalho, conheça quem será seu chefe, e veja se seus valores e pontos de vista podem se alinhar. Converse com quem já está lá dentro e escute as opiniões a respeito do ambiente proposto. Você também tem o direito de aceitar ou reprovar a empresa que lhe procura! Afinal, passamos boa parte de nossos dias no trabalho, e que bom seria conseguir se relacionar bem com todos, não é? Então, como VOCÊ pode fazer sua parte e COMEÇAR AGORA a melhorar suas relações com aquelas pessoas que lhe tem causado tanto transtorno?

Qual sua verdadeira VOCAÇÃO?

            Não é de hoje que somos afligidos pelo dilema “trabalhar com o que realmente gosto” x “trabalhar com o que dá mais dinheiro”. Jovens em início de carreira e também adultos que já estão inseridos no mercado de trabalho muitas vezes se deparam com insatisfações, descontentamentos, estresses e burn-out típicos do que chamo “Síndrome do Trabalho Infeliz”.
            O que é esta Síndrome? Você deve conhecer aquele amigo ou parente que costuma chegar em casa, após um expediente normal de trabalho, com várias reclamações: “não aguento mais este serviço chato!”, “esta empresa está sempre me explorando”, ou ainda “cadê sexta-feira que não chega?!?!”. Pois bem, este seu conhecido está sendo afetado por tal síndrome, fruto de um trabalho que não tem ligação com seu propósito de vida. E isto acontece com muita gente por aí: um emprego que foi conseguido ou aceito por uma questão mais de necessidade de renda do que pela necessidade de ser feliz!
            Mas, então, como fazer esta união entre o que eu gosto e o que eu faço? Será preciso ter de mudar de emprego ou de empresa? Nem sempre! O primeiro passo a tomar é dar-se conta do que está causando tal descontentamento; depois, perguntar-se: “O que eu posso fazer para melhorar esta situação?”, “Como posso ajudar meu chefe / meu colega de trabalho a perceber o que está realmente acontecendo?”. E mais, “O que é que eu mais gosto na empresa ou no trabalho que estou desenvolvendo?”
            As respostas para estas perguntas com certeza trarão novo norte para aqueles que já estão no meio da “tormenta”, e também podem clarear a visão de futuro dos jovens que buscam iniciar sua vida profissional de maneira saudável e significativa para si mesmos, planejando os passos para atingir seus maiores objetivos de realização pessoal e profissional. Assuma que você não precisa ser simples vítima das situações, mas é o maior responsável pelo seu sucesso!